No último domingo (23), Carolina Dieckmann gravou um projeto cinematográfico de um dia, na casa de Maria Ribeiro.
O filme de ficção dirigido por Domingos Oliveira discute sobre o que é ser um ator. O elenco ainda conta com Maria Ribeiro, Fernanda Torres, Alexandre Nero, Sophie Charlotte, Eduardo Moscovis, Wagner Moura e Mateus Solano.
"É um filme de geração espontânea, onde a surpresa é a alma do negócio até para quem faz", diz Domingos Oliveira.
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No Brasil, Carolina Dieckmann confere pré-estreia de filme
Aconteceu nesta terça-feira (25), no Rio de Janeiro, a pré estreia carioca do filme Vermelho Russo, de Charly Braun.Carolina Dieckmann, que está morando nos Estados Unidos, esteve presente no evento para prestigiar os colegas de profissão.Débora Nascimento, José Loreto, Laura Neiva, Guilhermina Guinle, Dira Paes, Luana Piovani e Pedro Scooby foram alguns dos famosos que estiveram por lá.Após rumores de que estariam separados, Caio Blat e Maria Ribeiro também estavam no evento, mas evitaram posar juntos para os fotógrafos.O longa é baseado no diário da atriz Martha Nowill e tem Michel Melamed e Maria Manoella no elenco, assim como a própria Martha.
Carolina Dieckmann fala de vida nos EUA: 'Lá eu não sou observada'
Carolina Dieckmann está desde o fim de "A regra do jogo" - em março deste ano - vivendo a experiência de ser “anônima”. Ela se mudou com o marido, Tiago Worcman, para Miami, nos Estados Unidos. A atriz, que procura vir ao Brasil uma vez por mês para compromissos profissionais, conversou com o EGO - na pré-estreia do filme "O silêncio do céu", no qual faz parte do elenco - sobre a experiência de viver fora do país e revelou planos para voltar a uma novela no Brasil.
"A vida nos Estados Unidos está ótima, uma experiência que está valendo muito a pena", falou Carol, que apontou como uma das vantagens justamente o fato de ser desconhecida para a maioria das pessoas no exterior: "Lá eu sou anônima, não sou observada. É diferente, eu fico livre. Não existe algo que eu faça lá e não fazia aqui, porque nunca me permiti deixar de fazer minhas coisas por ser famosa, nunca deixei a fama atrapalhar minha vida, mas é diferente não ser notada".
Outro fator que Carol valoriza na experiência fora do Brasil é o bem estar do filho mais novo, José, que lá também pode ter uma vida sem ser filho de uma famosa. "É importante e diferente para o meu filho. Ele vai ter uma experiência que o Davi (filho de 17 anos da atriz com Marcos Frota) que todo mundo sabe quem é, não teve. Isso é importante na criação e no amadurecimento do José", disse a loira.
Mas a vida no exterior não passa de 2017. Carol faz mistério sobre seus projetos profissionais, mas garante que volta às telinhas no próximo ano. "Devo voltar ao Brasil ano que vem, não sei exatamente em que mês. Mas eu tenho minhas coisas aqui, minha casa, meu filho mais velho, tenho que uma hora voltar, né?", falou a atriz, que apontou a saudade do filho Davi - que ficou morando no Brasil com o pai - como algo que a faz pensar em voltar logo: "Sofro de saudades".
Atriz divulga filme no Brasil
Carolina Dieckmann está cumprindo a agenda de divulgação do filme "O silêncio do céu" no Brasil. Ela já participou de pré-estreia em São Paulo e no Rio. Na Cidade Maravilhosa, a atriz ganhou a presença de seus amigos famosos no cinema. Preta Gil, Luciano Huck, Susana Vieira e Angélica assistiram ao filme ao lado da loira.
Carolina Dieckmann deixa barriguinha de fora em evento
Os anos não passam para Carolina Dieckmann. Nesta segunda-feira, 12, a atriz, de 37 anos, surgiu linda na coletiva de lançamento do filme "O Silêncio do Céu", no Shopping Frei Caneca, em São Paulo. De modelito todo branco, Carol deixou a barriga seca de fora e esbanjou boa forma.
Recentemente, a atriz confessou que não está na sua melhor forma física. "Já fui muito mais trincada, não acho meu corpo o ideal, mas fico feliz com os elogios", disse ela. Apesar de não se achar com o corpo ideal, não há como negar que a atriz está muito bem, obrigada. Em uma sessão de fotos para a revista "Wow", a atriz posou de biquíni e exibiu a barriga "negativa" e ainda apareceu comendo um hambúrguer.
Carolina Dieckmann lança filme em Gramado e destaca desafio de atuar em espanhol
Carolina Dieckmann protagonizou cenas fortes e angustiantes de estupro no filme "O Silêncio do Céu". O longa, que tem direção de Marcos Dutra, foi exibido na competição do Festival de Cinema de Gramado na noite de domingo (28), onde a atriz brilhou com um look Helo Rocha no tapete vermelho.
No longa, ela vive Diana, uma mulher casada que é estuprada dentro da própria casa por um estranho e decide guardar segredo. O marido, vivido pelo ator argentino Leonardo Sbaraglia, foi testemunha do crime, mas opta por não contar à mulher que viu tudo acontecer. O filme mostra a crise que se estabelece entre o casal por conta do segredo que eles guardam.
Durante uma conversa com a imprensa, a mulher de Tiago Worcman, de quem recebe críticas por conta dos seus figurinos, disse que este foi seu trabalho mais desafiador, principalmente por ser todo falado em espanhol. "Não tinha um conhecimento profundo da língua, por isso concentrei minhas aulas em cima do roteiro, para que a atuação e a interpretação do texto não ficassem limitadas. A gente sente na língua-mãe, o desafio foi buscar sentido num idioma que eu conhecia pouco", explicou a loira, que está passando uma temporada em Miami, completando: "Queria agradecer a Paula Cohen, que me ajudou muito no espanhol. Ela fala espanhol brilhantemente e me ajudou muito nas filmagens".
Além disso, a obra cinematográfica foi feita antes de o debate sobre a violência contra a mulher se intensificar. "Não foi algo proposital, mas ilustramos essa realidade de alguma forma, é um serviço além do filme. E é também uma felicidade quando a gente consegue, através da arte, levantar uma discussão e chegar nas pessoas", pontuou a artista, com vontade de raspar a cabeça para um novo trabalho.
Carolina Dieckmann é uma das boas surpresas no Festival de Gramado
A 44º Festival do Cinema de Gramado tem oferecido a cada dia uma boa surpresa para a plateia. Depois da homenagem a uma emocionada Sonia Braga, na sexta-feira (26/8), e de Andreia Horta convencer todo mundo em “Elis”, de Hugo Prata, no sábado (27/8), no domingo (28/9) foi a vez de Carolina Dieckmann mostrar a que veio em “O Silêncio do Céu”, de Marco Dutra.
“O Silêncio do Céu” já começa difícil para a atriz, para qualquer atriz. A personagem está sendo estuprada na própria casa. Cena dura, brutal. Corte para a rua. Chega um homem, o marido (Leonardo Sbaraglia). Ele ouve o barulho dentro da casa, espia pela janela, vê o que ocorre e… Recua. Mas as coisas são um pouco mais complexas. Mário, é seu nome, sofre de fobias. Tem medo de tudo. Diana, a mulher, faz uma longa lista de todos os medos do marido. Na verdade, talvez exista um só medo, o da mulher.
O filme — que estreia nos cinemas no próximo dia 22/9 — é o terceiro na carreira de Carolina Dieckman e, como os dois anteriores, “Onde Andará Dulce Veiga?” (2008), de Guilherme de Almeida Prado, e “Entre Nós” (2013), de Paulo e Pedro Morelli, colabora para revelar um talento que vai além do que o público está acostumado a ver da atriz em novelas. Violência de gênero “O Silêncio do Céu” não nasceu como um projeto autoral de Marco Dutra. Chegou até ele pelo produtor, Rodrigo Teixeira. Baseia-se num livro do autor argentino Sergio Bizzio, que ocorre ser marido da cineasta Lucía Puenzo. Bizzio e ela escreveram o roteiro que chegou às mãos do produtor. Por um tempo, o projeto emperrou. Foi adiante quando Teixeira chamou Dutra para dirigir e ele incorporou o roteirista Caetano Gotardo.
Na coletiva, Dutra admitiu que teve dúvida. Seria possível levar adiante essa ideia tão forte? Marido e mulher silenciam sobre o ocorrido. E foi nascendo um filme terrível sobre a violência de gênero. A 44ª edição do Festival do Cinema de Gramado segue até sábado (3/9). A mnostra competitiva de longas prossegue nesta terça-feira (30/8) com a exibição do boliviano “Carga Sellada”, de Julia Vargas.
“O Silêncio do Céu” já começa difícil para a atriz, para qualquer atriz. A personagem está sendo estuprada na própria casa. Cena dura, brutal. Corte para a rua. Chega um homem, o marido (Leonardo Sbaraglia). Ele ouve o barulho dentro da casa, espia pela janela, vê o que ocorre e… Recua. Mas as coisas são um pouco mais complexas. Mário, é seu nome, sofre de fobias. Tem medo de tudo. Diana, a mulher, faz uma longa lista de todos os medos do marido. Na verdade, talvez exista um só medo, o da mulher.
O filme — que estreia nos cinemas no próximo dia 22/9 — é o terceiro na carreira de Carolina Dieckman e, como os dois anteriores, “Onde Andará Dulce Veiga?” (2008), de Guilherme de Almeida Prado, e “Entre Nós” (2013), de Paulo e Pedro Morelli, colabora para revelar um talento que vai além do que o público está acostumado a ver da atriz em novelas. Violência de gênero “O Silêncio do Céu” não nasceu como um projeto autoral de Marco Dutra. Chegou até ele pelo produtor, Rodrigo Teixeira. Baseia-se num livro do autor argentino Sergio Bizzio, que ocorre ser marido da cineasta Lucía Puenzo. Bizzio e ela escreveram o roteiro que chegou às mãos do produtor. Por um tempo, o projeto emperrou. Foi adiante quando Teixeira chamou Dutra para dirigir e ele incorporou o roteirista Caetano Gotardo.
Na coletiva, Dutra admitiu que teve dúvida. Seria possível levar adiante essa ideia tão forte? Marido e mulher silenciam sobre o ocorrido. E foi nascendo um filme terrível sobre a violência de gênero. A 44ª edição do Festival do Cinema de Gramado segue até sábado (3/9). A mnostra competitiva de longas prossegue nesta terça-feira (30/8) com a exibição do boliviano “Carga Sellada”, de Julia Vargas.
Carolina Dieckmann fala sobre atuar em espanhol e sobre cena de estupro em O Silêncio do Céu
Destaque no 44º Festival de Cinema de Gramado, O Silêncio do Céu é um filme brasileiro surpreendente. Tudo começa com uma forte cena de estupro: Diana (Carolina Dieckmann) é atacada por dois homens dentro de sua própria casa. O marido Mario (Leonardo Sbaraglia) testemunha a cena, mas fica paralisado e não faz nada para impedi-la. Depois disso, nenhum dos dois comenta o ocorrido, e o silêncio começa a destruir o relacionamento.
Carolina Dieckmann esteve presente no festival, junto do diretor Marco Dutra e da equipe, para apresentar o filme e conversar com os jornalistas. Como ela construiu uma personagem tão misteriosa? Quais foram as principais dificuldades neste projeto? Abaixo, você descobre nosso bate-papo com a atriz. O Silêncio do Céu estreia no cinema dia 22 de setembro.
Qual foi a sua reação ao ler o roteiro pela primeira vez?
Carolina Dickemann: A partir do momento em que acaba a cena do estupro, o silêncio dela foi a coisa que me chamou mais atenção e que me deu mais vontade de fazer. Pensei que o resto do roteiro precisava ser muito ruim para eu não aceitar! Diana vai se tornando uma personagem cada vez mais interessante, porque o silêncio vai crescendo, e ela não compartilha aquilo com o marido. A tensão entre eles, aquela vida, aquela casa, são elementos muito interessantes.
Diana é muito misteriosa. Não se sabe sobre o passado dela. Você construiu toda a história pregressa da personagem?
Carolina Dieckmann: Construí um pouco com o Marco [Dutra] e muito num trabalho que eu fiz de mesa com a minha professora de espanhol. Precisei realmente criar um repertório, um pano de fundo, para não ficar insegura na hora do set, para ficar livre lá. Tentei criar imagens, palavras e sons em espanhol, para na hora este olhar não ficar vazio. Você não sabe o que é: não é um olhar perdido, é um olhar conturbado, turbulento, cheio de coisas.
É uma interpretação minimalista, sem cenas de catarse. Como construiu esse tom com o Marco Dutra?
Carolina Dieckmann: Foi uma preocupação enorme minha. Ontem fui jantar e a Andreia Horta [atriz de Elis] falou: “Carol, como você conseguiu falar um espanhol tão comedido? Porque a gente, quando fala espanhol, cria um sotaque.” Eu tinha uma preocupação muito grande de internalizar o espanhol para virar um traço meu, e não a língua falada por mim, mas eu me expressando enquanto Diana, como se fosse a minha língua do dia a dia. Não tem nenhum acento exagerado, não tem um comportamento afetado. Fiquei bem neurótica com isso.
A dinâmica com Leonardo Sbaraglia é bastante convincente. Isso foi construído em ensaios?
Carolina Dieckmann: Não muito, mas eu acho que a gente estava muito aberto um com o outro. Tivemos pouco tempo para ensaiar e conviver, então o que conseguimos construir realmente foi um fluxo energético, como se tivesse sido alimentado o tempo inteiro. A ideia era que a gente estivesse, embora distantes em cena, conectados pela história, em unidade.
No cinema, você tem feito personagens muito diferentes daqueles da TV. Isso é uma escolha proposital?
Carolina Dieckmann: É um misto de escolha e sorte. Ser convidada é uma sorte, não conto só com o meu desejo. Claro que os projetos que eu escolho fazer são aqueles que me faltam, sobre coisas que eu necessito falar e o que ainda não consegui falar. Conto com esses convites para poder fazer esse desejo se tornar realidade.
O Silêncio do Céu tem uma mistura de gêneros muito grande. Como você define o filme?
Carolina Dieckmann: O suspense é muito forte. A iminência de acontecer alguma coisa que às vezes acontece e às vezes não acontece traz uma temperatura de suspense. Ele tem um drama, uma situação que não pode ser modificada. Mas é muito difícil classificar. Também existe o romance. A gente está falando de um casamento, no qual existe o amor, e tem a tragédia também. Ainda tem o suspense que beira ao terror naquela cena do estupro.
Houve preparação ou pesquisa para a cena de estupro?
Carolina Dieckmann: O meu trabalho foi estar disponível, sem nenhuma preocupação, nem com o corpo, nem com nada. O Marco [Dutra] teve muita preocupação comigo, o tempo inteiro. Ele vinha com um roupão, me cobria, me deixava segura. Em vários momentos ele chorou, ele vinha depois com o olho molhado, e isso me deu tranquilidade porque eu via que ele estava conectado. Para ele estava difícil também. Eu não era a única exposta. Ele, de alguma maneira, estava sendo responsável por aquilo. A equipe também foi protetora, me deixou segura.
O que achou da reação do público em Gramado?
Carolina Dieckmann: Estou vendo que hoje, passadas doze horas, as pessoas [na coletiva de imprensa com jornalistas e com o público de Gramado] ainda estão refletindo não só sobre o filme, mas sobre o que o filme causou, ou pensando sobre o que levou o Marco a fazer esse filme. Vejo que o filme marcou as pessoas.
Carolina Dieckmann esteve presente no festival, junto do diretor Marco Dutra e da equipe, para apresentar o filme e conversar com os jornalistas. Como ela construiu uma personagem tão misteriosa? Quais foram as principais dificuldades neste projeto? Abaixo, você descobre nosso bate-papo com a atriz. O Silêncio do Céu estreia no cinema dia 22 de setembro.
Qual foi a sua reação ao ler o roteiro pela primeira vez?
Carolina Dickemann: A partir do momento em que acaba a cena do estupro, o silêncio dela foi a coisa que me chamou mais atenção e que me deu mais vontade de fazer. Pensei que o resto do roteiro precisava ser muito ruim para eu não aceitar! Diana vai se tornando uma personagem cada vez mais interessante, porque o silêncio vai crescendo, e ela não compartilha aquilo com o marido. A tensão entre eles, aquela vida, aquela casa, são elementos muito interessantes.
Diana é muito misteriosa. Não se sabe sobre o passado dela. Você construiu toda a história pregressa da personagem?
Carolina Dieckmann: Construí um pouco com o Marco [Dutra] e muito num trabalho que eu fiz de mesa com a minha professora de espanhol. Precisei realmente criar um repertório, um pano de fundo, para não ficar insegura na hora do set, para ficar livre lá. Tentei criar imagens, palavras e sons em espanhol, para na hora este olhar não ficar vazio. Você não sabe o que é: não é um olhar perdido, é um olhar conturbado, turbulento, cheio de coisas.
É uma interpretação minimalista, sem cenas de catarse. Como construiu esse tom com o Marco Dutra?
Carolina Dieckmann: Foi uma preocupação enorme minha. Ontem fui jantar e a Andreia Horta [atriz de Elis] falou: “Carol, como você conseguiu falar um espanhol tão comedido? Porque a gente, quando fala espanhol, cria um sotaque.” Eu tinha uma preocupação muito grande de internalizar o espanhol para virar um traço meu, e não a língua falada por mim, mas eu me expressando enquanto Diana, como se fosse a minha língua do dia a dia. Não tem nenhum acento exagerado, não tem um comportamento afetado. Fiquei bem neurótica com isso.
A dinâmica com Leonardo Sbaraglia é bastante convincente. Isso foi construído em ensaios?
Carolina Dieckmann: Não muito, mas eu acho que a gente estava muito aberto um com o outro. Tivemos pouco tempo para ensaiar e conviver, então o que conseguimos construir realmente foi um fluxo energético, como se tivesse sido alimentado o tempo inteiro. A ideia era que a gente estivesse, embora distantes em cena, conectados pela história, em unidade.
No cinema, você tem feito personagens muito diferentes daqueles da TV. Isso é uma escolha proposital?
Carolina Dieckmann: É um misto de escolha e sorte. Ser convidada é uma sorte, não conto só com o meu desejo. Claro que os projetos que eu escolho fazer são aqueles que me faltam, sobre coisas que eu necessito falar e o que ainda não consegui falar. Conto com esses convites para poder fazer esse desejo se tornar realidade.
O Silêncio do Céu tem uma mistura de gêneros muito grande. Como você define o filme?
Carolina Dieckmann: O suspense é muito forte. A iminência de acontecer alguma coisa que às vezes acontece e às vezes não acontece traz uma temperatura de suspense. Ele tem um drama, uma situação que não pode ser modificada. Mas é muito difícil classificar. Também existe o romance. A gente está falando de um casamento, no qual existe o amor, e tem a tragédia também. Ainda tem o suspense que beira ao terror naquela cena do estupro.
Houve preparação ou pesquisa para a cena de estupro?
Carolina Dieckmann: O meu trabalho foi estar disponível, sem nenhuma preocupação, nem com o corpo, nem com nada. O Marco [Dutra] teve muita preocupação comigo, o tempo inteiro. Ele vinha com um roupão, me cobria, me deixava segura. Em vários momentos ele chorou, ele vinha depois com o olho molhado, e isso me deu tranquilidade porque eu via que ele estava conectado. Para ele estava difícil também. Eu não era a única exposta. Ele, de alguma maneira, estava sendo responsável por aquilo. A equipe também foi protetora, me deixou segura.
O que achou da reação do público em Gramado?
Carolina Dieckmann: Estou vendo que hoje, passadas doze horas, as pessoas [na coletiva de imprensa com jornalistas e com o público de Gramado] ainda estão refletindo não só sobre o filme, mas sobre o que o filme causou, ou pensando sobre o que levou o Marco a fazer esse filme. Vejo que o filme marcou as pessoas.
Festival de Gramado 2016: O Silêncio do Céu, com Carolina Dieckmann, é um filme perturbador
Os jovens diretores do cinema brasileiro têm investido ultimamente, com sucesso, no suspense psicológico. Depois de filmes complexos como O Lobo Atrás da Porta e Para Minha Amada Morta, o 44º Festival de Cinema de Gramado traz O Silêncio do Céu, nova produção do cineasta Marco Dutra.
"Me conta, por favor. Me conta!"
O drama se mistura com suspense e terror ao narrar a história de uma mulher vítima de estupro (Carolina Dieckmann). O marido (Leonardo Sbaraglia) flagra a cena mas, paralisado, não faz nada para interrompê-la. Depois disso, a dupla carrega os seus segredos: ela não diz nada sobre o que sofreu, nem ele revela o fato de ter sido testemunha. O silêncio passa a corroer o casal.
O filme está repleto de imagens sombrias e muito bem filmadas, introduzindo uma série de símbolos que tornam a relação da dupla ainda mais complexa. Uma bela narração em off também traduz as fobias e pesadelos de cada um. Com uma conclusão de grande impacto, O Silêncio do Céu deixou os espectadores de Gramado colados à cadeira um bom tempo após o fim da sessão. Não seria uma surpresa se a produção fosse recompensada com os principais prêmios do festival.
"Me conta, por favor. Me conta!"
O drama se mistura com suspense e terror ao narrar a história de uma mulher vítima de estupro (Carolina Dieckmann). O marido (Leonardo Sbaraglia) flagra a cena mas, paralisado, não faz nada para interrompê-la. Depois disso, a dupla carrega os seus segredos: ela não diz nada sobre o que sofreu, nem ele revela o fato de ter sido testemunha. O silêncio passa a corroer o casal.
O filme está repleto de imagens sombrias e muito bem filmadas, introduzindo uma série de símbolos que tornam a relação da dupla ainda mais complexa. Uma bela narração em off também traduz as fobias e pesadelos de cada um. Com uma conclusão de grande impacto, O Silêncio do Céu deixou os espectadores de Gramado colados à cadeira um bom tempo após o fim da sessão. Não seria uma surpresa se a produção fosse recompensada com os principais prêmios do festival.
Carolina Dieckmann vive cenas fortes de estupro em filme
Carolina Dieckmann protagoniza cenas fortes e angustiantes de estupro no filme "O Silêncio do Céu", que teve seu primeiro trailer divulgado na noite desta quarta-feira. O longa, que tem direção de Marcos Dutra, tem previsão de estreia para o dia 22 de setembro. Antes disso, ele será exibido no 44º Festival de Cinema de Gramado, no Rio Grande do Sul, no final deste mês.
No filme, Carolina Dieckmann vive Diana, uma mulher casada que é estuprada dentro da própria casa por um estranho e decide guardar segredo. O marido, no entanto, foi testemunha do crime, mas opta por não contar à mulher que viu tudo acontecer. O longa mostra a crise que se estabelece entre o casal por conta do segredo que eles guardam.
Carolina Dieckmann roda terror do diretor de ‘Alemão'; veja fotos
O diretor brasileiro José Eduardo Belmonte (‘Alemão’) acabou de encerrar as filmagens de um terror, ainda sem título definido, e as primeiras fotos já caíram na internet.
O filme é centrado em um jovem casal que visita uma casa com uma ambiciosa corretora de imóveis e se depara com um senhor e uma menina, que pedem abrigo para se esconder de homens armados. O terror toma conta quando a noite cai, libertando uma força mortal e incontrolável.
Juliano Cazarré, Milhem Cortaz e Olivia Torres também estão no elenco.
Produzido por Rodrigo Teixeira (‘Frances Ha’), o longa segue sem previsão de lançamento.
O filme deve chegar aos cinemas só no segundo semestre. Mas antes, Carolina Dieckmann vai aparecer em outro longa da mesma produtora. A atriz protagoniza o novo longa de Marco Dutra ("Quando Eu Era Vivo"), que foi rodado em Montevidéu (Uruguai) e é coestrelado pelo argentino Leonardo Sbaraglia ("Relatos Selvagens"). "O Rodrigo [Teixeira, produtor] me convidou para dirigir esse filme e eu fiquei seduzido pelo conteúdo da história, porque acho que tem muito a ver com o universo que me interessa, um universo de uma família de classe média, que eu investigo desde os meus primeiros filmes e estou muito feliz e orgulhoso de poder contar essa história", disse Marco Dutra.
O filme deve chegar aos cinemas só no segundo semestre. Mas antes, Carolina Dieckmann vai aparecer em outro longa da mesma produtora. A atriz protagoniza o novo longa de Marco Dutra ("Quando Eu Era Vivo"), que foi rodado em Montevidéu (Uruguai) e é coestrelado pelo argentino Leonardo Sbaraglia ("Relatos Selvagens"). "O Rodrigo [Teixeira, produtor] me convidou para dirigir esse filme e eu fiquei seduzido pelo conteúdo da história, porque acho que tem muito a ver com o universo que me interessa, um universo de uma família de classe média, que eu investigo desde os meus primeiros filmes e estou muito feliz e orgulhoso de poder contar essa história", disse Marco Dutra.
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