Carolina Dieckmann está morando há um ano em Miami e, pela primeira vez, pode ter a sensação de ser uma pessoa “normal”. Com uma rotina tranquila, que se resume a andar de bicicleta, levar o filho Davi para a escola, fazer aulas de inglês, passear por mercados de orgânicos ou simplesmente ler um livro deitada em um parque, a atriz está conseguindo enxergar sua vida de fora. “Sinto como se eu tivesse em uma bolha de sabão voando em volta da minha vida. Eu não me conheço sem ser famosa, sou famosa desde os 13 anos. E essa é uma oportunidade de olhar e falar: ‘Olha ali a Carolina Dieckmann, olha ali ela, sendo reconhecida.’”
Depois de receber críticas positivas sobre seu mais recente trabalho no cinema, “O Silêncio do Céu”, Carol rebate as opiniões de que estaria “mais madura” como atriz.
“Já fiz coisas tão profundas na televisão. Para mim não tem essa diferença, por que tudo o que eu faço é profundo. Eu estudo pra caramba. Eu me entrego pra caramba”, diz ela, que complementa: “As pessoas têm preconceito com TV, assim como têm preconceito com quem faz filme de comédia no Brasil. É muito barra pesada. Aí, quando você começa a fazer cinema, parece que você amadureceu. Os próprios atores têm esse preconceito, apesar de ser menos.”
O papo passou ainda pela gravidez: “Nas duas vezes que fiquei grávida, passei por uma bad trip muito séria. Fiquei doente mesmo. Não gostei de ficar grávida, achava que meus filhos podiam nascer com uma coisa, eram pensamentos, do tipo ‘como meu filho vai nascer, esse planeta não tem mais água’”; sobre terapia: “Fiz terapia para me separar do meu primeiro marido. Essa coisa do amor acabar… Pensava: isso não é possível, eu devo estar louca, não conseguia aceitar que eu não queria mais ficar com aquela pessoa”; e sobre consumismo: “Não sou de comprar nada. Tive a fase Leona, com aquele cabelo platinado e quase 30 anos.
Comprava muito, muito mesmo. Ganhava muito presente das marcas, todo mundo querendo me vestir.”Conversar com Carol é inebriante: ela tem assunto para qualquer tema e fala sobre tudo. Quando J.P pergunta por que não trabalhar em um programa de bate-papo feminino, tipo um “Saia Justa”, do GNT, ela declara: “Sou muito famosa e não preciso que todo mundo saiba da minha opinião. Tem de ter um mistério.”
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Carolina Dieckmann posa de biquíni e exibe barriga 'negativa' em revista
Carolina Dieckmann parece não sofrer os efeitos do tempo. A atriz, que completa 38 anos em 16 de setembro, é a capa da edição #16 da revista "Wow" e posou para a publicação ostentando a barriga "negativa" e, como se não bastasse, com um suculento hambúrguer na mão (#inveja!).
Em entrevista à publicação, Dieckmann descreveu como seria seu dia perfeito de folga, o que gostaria de mudar no mundo, sua frase preferida e como sua personalidade tem amadurecido com a idade, entre outros assuntos. Abaixo, confira uma parte do bate-papo.
Descreva seu dia perfeito de folga? Um dia no sol. Sol, para mim, significa vida e um dia de folga sem sol é um dia esquisito. Por mais que eu adore ficar deitada no sofá, com uma camisa de flanela, vendo série americana ou qualquer outra coisa, novelas... Eu adoro ver televisão. Mas pensar em um dia de folga sem sol é um dia diferente. Não tem cara de folga. Para mim, folga tem cara de praia, espreguiçadeira, sol e água salgada. Eu adoro sol.
Uma frase, um trecho de uma música ou um bordão. Eu já falei isso um milhão de vezes. Sempre que penso em mudar essa frase que eu falo há 20 anos, nunca consigo achar alguma que seja melhor. Que é "é preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã porque, se você parar para pensar, na verdade não há". E essa frase não fala só de ser preciso amar as pessoas.
É preciso fazer as coisas, é preciso viver como se não houvesse amanhã porque pode não haver. Então acho profundo. Fala de um jeito que eu gosto, que é definitivo. Não deixe para amanhã o que se pode fazer hoje. Não deixe para dizer amanhã que você ama as pessoas, se você puder dizer hoje. Não deixe de amá-las profundamente se você tem que amar hoje. Porque o hoje pode ser o último dia.
Se você tivesse um poder único de mudar o mundo, qual seria a primeira mudança? Instituir a lei do amor e do limite. Que é você amar a si mesmo e amar os outros. E saber que seu limite termina quando começa o do outro. Essas duas leis, para mim, são fundamentais e só com elas duas a gente já conseguiria viver em um mundo maravilhoso.
Se pudesse mudar algo em como foi educada, o que seria? Eu sou dura. Não só comigo mesma, mas também com as pessoas e com as coisas. Procuro ser cada vez mais leve, mas fui educada com rigidez. Quando você é educado de uma maneira, isso fica impresso em você. É tão forte, não é? É difícil. Mas eu sempre penso em ser cada vez mais maleável, cada vez mais leve, mais suave. São palavras que me inspiram muito e que formam um pensamento sobre mim, mas não traduzem a maneira como fui educada. É o que eu tento ser, tento ir mudando.
Em entrevista à publicação, Dieckmann descreveu como seria seu dia perfeito de folga, o que gostaria de mudar no mundo, sua frase preferida e como sua personalidade tem amadurecido com a idade, entre outros assuntos. Abaixo, confira uma parte do bate-papo.
Descreva seu dia perfeito de folga? Um dia no sol. Sol, para mim, significa vida e um dia de folga sem sol é um dia esquisito. Por mais que eu adore ficar deitada no sofá, com uma camisa de flanela, vendo série americana ou qualquer outra coisa, novelas... Eu adoro ver televisão. Mas pensar em um dia de folga sem sol é um dia diferente. Não tem cara de folga. Para mim, folga tem cara de praia, espreguiçadeira, sol e água salgada. Eu adoro sol.
Uma frase, um trecho de uma música ou um bordão. Eu já falei isso um milhão de vezes. Sempre que penso em mudar essa frase que eu falo há 20 anos, nunca consigo achar alguma que seja melhor. Que é "é preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã porque, se você parar para pensar, na verdade não há". E essa frase não fala só de ser preciso amar as pessoas.
É preciso fazer as coisas, é preciso viver como se não houvesse amanhã porque pode não haver. Então acho profundo. Fala de um jeito que eu gosto, que é definitivo. Não deixe para amanhã o que se pode fazer hoje. Não deixe para dizer amanhã que você ama as pessoas, se você puder dizer hoje. Não deixe de amá-las profundamente se você tem que amar hoje. Porque o hoje pode ser o último dia.
Se você tivesse um poder único de mudar o mundo, qual seria a primeira mudança? Instituir a lei do amor e do limite. Que é você amar a si mesmo e amar os outros. E saber que seu limite termina quando começa o do outro. Essas duas leis, para mim, são fundamentais e só com elas duas a gente já conseguiria viver em um mundo maravilhoso.
Se pudesse mudar algo em como foi educada, o que seria? Eu sou dura. Não só comigo mesma, mas também com as pessoas e com as coisas. Procuro ser cada vez mais leve, mas fui educada com rigidez. Quando você é educado de uma maneira, isso fica impresso em você. É tão forte, não é? É difícil. Mas eu sempre penso em ser cada vez mais maleável, cada vez mais leve, mais suave. São palavras que me inspiram muito e que formam um pensamento sobre mim, mas não traduzem a maneira como fui educada. É o que eu tento ser, tento ir mudando.
Preta Gil posa com musas do seu bloco, Fernanda Paes Leme e Carolina Dieckmann
Ao lado das amigas Fernanda Paes Leme e Carolina Dieckmann, Preta Gil estampa a capa de QUEM da semana e fala sobre a emoção de mais uma vez levar para as ruas do Rio o Bloco da Preta, um dos maiores sucessos da folia carioca – e que sai neste domingo (31) com a participação mais que especial de Gilberto Gil.
“Quero que o Bloco da Preta seja sempre uma fonte de alegria para as pessoas, um lugar onde a diversidade seja o foco e todos se sintam bem”, explica Preta.
Em entrevista, Carol conta como surgiu a amizade com Preta. “Éramos amigas de Ivete Sangalo, mas morríamos de ciúme uma da outra, sem nos conhecermos. Nos encontramos e, no dia seguinte, já não queria viver sem Preta.”
Fernanda diz que adorava se vestir de índia nos bailinhos quando era criança. “Amo fantasias e busco na internet. Saio com a Preta há anos, e, para mim, a sensação de ver uma amiga carregando esse monte de gente é o mais especial”, diz ela, que já desfilou pelo Salgueiro no sambódromo carioca.
A edição traz ainda Pedro Bial e o filho, José Pedro, jogando basquete, uma entrevista com Cauã Reymond e Nathalia Timberg, Isis Valverde em Punta e tudo sobre o cruzeiro de Roberto Carlos.
A REVISTA QUEM CHEGA ÀS BANCAS A PARTIR DE QUARTA-FEIRA (27).
A REVISTA QUEM CHEGA ÀS BANCAS A PARTIR DE QUARTA-FEIRA (27).
Carolina Dieckmann é capa da revista Quem
Carolina Dieckmann fala rápido e com convicção. Mas seus olhos brilham mesmo quando o assunto é amor. “Só o amor salva, só o amor presta, só o amor faz sentido”, diz, com a firmeza de quem tatuou um coração no dedo anelar, substituindo a aliança de casamento com Tiago Worcman, de 40 anos.
No ar como a Lara de A Regra do Jogo, a atriz se adapta às dificuldades impostas pela carreira do marido, executivo que viaja semanalmente. “José sente falta do pai”, revela, sobre o filho de 8 anos – ela tem ainda Davi, de 16, da união com Marcos Frota.
“É a vida”, afirma Carolina, que nos momentos de frustração cospe (literalmente) para colocar para fora seus sentimentos, seguindo conselho de sua terapeuta. “A gente não deve engolir raiva porque vira doença”, ensina ela, que em 2011 teve fotos vazadas na internet, fato que resultou na lei que pune crimes cibernéticos. “Hoje tenho orgulho dessa história”, diz. A atriz defende o direito de quem quer enviar fotos de nudez pela internet: “Não tenho nada contra mandar nudes”.fala rápido e com convicção. Mas seus olhos brilham mesmo quando o assunto é amor. “Só o amor salva, só o amor presta, só o amor faz sentido”, diz, com a firmeza de quem tatuou um coração no dedo anelar, substituindo a aliança de casamento com Tiago Worcman, de 40 anos.
No ar como a Lara de A Regra do Jogo, a atriz se adapta às dificuldades impostas pela carreira do marido, executivo que viaja semanalmente. “José sente falta do pai”, revela, sobre o filho de 8 anos – ela tem ainda Davi, de 16, da união com Marcos Frota.
“É a vida”, afirma Carolina, que nos momentos de frustração cospe (literalmente) para colocar para fora seus sentimentos, seguindo conselho de sua terapeuta. “A gente não deve engolir raiva porque vira doença”, ensina ela, que em 2011 teve fotos vazadas na internet, fato que resultou na lei que pune crimes cibernéticos. “Hoje tenho orgulho dessa história”, diz. A atriz defende o direito de quem quer enviar fotos de nudez pela internet: “Não tenho nada contra mandar nudes”.
Carolina Dieckmann posa elegante e cheia de charme para revista
Carolina Dieckmann posou bem elegante e cheia de charme para o ensaio fotográfico que fez para a edição de janeiro da "Estilo". A atriz, que, recentemente, mostrou que é dona de um super closet, afirmou à revista que, apesar de ser dona de várias bolsas de grife, não é consumista e prefere o conforto à vaidade.
"Quando fiz a Leona, de Cobras & Lagartos (2006), que era supervaidosa, passei a olhar a moda com mais atenção e fazer as unhas sempre. Mas depois a vontade de ter roupas passou e o que ficou foi o desejo de estar sempre confortável. Nem me lembro quando foi minha última grande compra", declara ela, que também gosta de andar sem maquiagem sempre que pode.
Atualmente no ar como a Lara de "A Regra do Jogo", Carolina diz que, apesar de já ter feito várias protagonistas, não tem lugar cativo nas novelas. Após revelar que queria ter interpretado Tóia - vivida por Vanessa Giácomo - na trama, mas foi preterida, a atriz revelou que faz testes e ressalta a importância do processo, que evita a falta de química entre os atores. "Lembro que conheci o Malvino Salvador no dia em que comecei a gravar Fina Estampa (2011) e na sequência tivemos de dar um beijo daqueles, que mostrasse toda a paixão que o Quinzé e a Teodora sentiam um pelo outro. Essa intimidade, às vezes, pode demorar um pouco para vir", lembra.
Ao falar sobre os filhos - ela é mãe de Davi, de 16, e José, de 7 -, Dieckmann confessou que é coruja e sofre ao pensar que o mais velho pode querer sair de casa em breve: "“Embora eu tenha feito isso cedo e me considere bastante prática com as questões da vida, vejo que sou apegada demais à ideia de ter meus filhos por perto. Penso nisso com desespero e sofrimento mesmo".
"Quando fiz a Leona, de Cobras & Lagartos (2006), que era supervaidosa, passei a olhar a moda com mais atenção e fazer as unhas sempre. Mas depois a vontade de ter roupas passou e o que ficou foi o desejo de estar sempre confortável. Nem me lembro quando foi minha última grande compra", declara ela, que também gosta de andar sem maquiagem sempre que pode.
Atualmente no ar como a Lara de "A Regra do Jogo", Carolina diz que, apesar de já ter feito várias protagonistas, não tem lugar cativo nas novelas. Após revelar que queria ter interpretado Tóia - vivida por Vanessa Giácomo - na trama, mas foi preterida, a atriz revelou que faz testes e ressalta a importância do processo, que evita a falta de química entre os atores. "Lembro que conheci o Malvino Salvador no dia em que comecei a gravar Fina Estampa (2011) e na sequência tivemos de dar um beijo daqueles, que mostrasse toda a paixão que o Quinzé e a Teodora sentiam um pelo outro. Essa intimidade, às vezes, pode demorar um pouco para vir", lembra.
Ao falar sobre os filhos - ela é mãe de Davi, de 16, e José, de 7 -, Dieckmann confessou que é coruja e sofre ao pensar que o mais velho pode querer sair de casa em breve: "“Embora eu tenha feito isso cedo e me considere bastante prática com as questões da vida, vejo que sou apegada demais à ideia de ter meus filhos por perto. Penso nisso com desespero e sofrimento mesmo".
Carolina Dieckmann é capa da revista GQ de Julho
Carolina Dieckmann aprendeu cedo a lidar com pecados capitais. E aos 36 anos parece estar muito bem resolvida com todos. É daquelas mulheres que assumem o que ela chama de “preguiça feminina”. No dia desta entrevista, no café de uma livraria de um shopping em São Conrado, onde mora, contou ter acordado em cima da hora. “Botei um rímel pra você não achar que eu estava virada”, confessa. Apesar de gostar de dormir até tarde, ela levanta de bom humor. Algo que surpreendeu até mesmo uma de suas melhores amigas, Maria Ribeiro. “Quando fomos filmar Entre Nós, em 2012, a Maria dizia que essa era a única coisa que ela não conhecia de mim”, comenta.
A suposta disposição para o dia não se reflete em exercícios físicos, tampouco sexuais. Em matéria de prazeres carnais, a noite é, para ela, muito mais convidativa. “Acho a noite mais sexy que o dia e mais propícia. As crianças já estão dormindo, não há nenhuma expectativa de interromper nada. Não quero trepar com ninguém antes de escovar os dentes e lavar o rosto”, explica. Luxúria nunca foi a praia da atriz. Sexo para Carolina é com amor. “Eu não sou uma pessoa sensual, sexual, do sexo pelo sexo. Acho o amor a melhor parada. Sexo com amor é imbatível. Não acho a menor graça em sexo casual. Amar alguém, chegar ao clímax juntos, isso é a melhor coisa da vida. Deve até ter uma graça no sexo casual, mas quando você ama... E eu amo desde que sou muito jovem”, diz.
A atriz se casou pela primeira vez aos 18 anos com o ator e circense Marcos Frota, 23 anos mais velho. Separou-se sete anos depois, aos 25, por não aguentar mais “não ter um marido em casa”. De repente, ela se viu jovem, com uma criança pequena e o marido em trupe com o circo país afora. “Ele tem uma bandeira com o circo que é única. Mas eu, que casei com ele aos 18, com 25 anos não topei mais. Chegou uma hora em que eu queria ter um marido, que ficasse comigo todo dia”, conta. Apesar da decisão, Carolina levou um tempo para tomar coragem. Foi preciso uma terapeuta bioenergética para entender o trauma que a barrava. “Quando meus pais estavam para se separar, minha casa pegou fogo. Eu tinha 11 anos e perdemos tudo da noite para o dia. Naquele momento a decisão deles foi toda voltada para a família. Eles continuaram morando juntos durante muito tempo porque não tinham condições de se separar naquele momento. Quando eu estava nesse processo, a terapeuta identificou isso em mim.” Foi também com análise que aprendeu a lidar com a ira. Se você vir Carolina Dieckmann cuspindo, saiba: é esse o jeito dela de lidar com a raiva. “A bioenergética faz você se entender através dos sinais do corpo e expelir também. Toda vez que ficar com raiva, cuspa, não importa onde estiver. Não se deve engolir: eu não engulo.”
Um ano depois da separação Carolina conheceu o diretor Tiago Worcman, com quem está até hoje. A distância voltou a rondar o relacionamento dela desde que o marido se mudou para São Paulo para assumir a MTV Brasil, e depois foi promovido a vice-presidente da Viacom, responsável pelo conteúdo da emissora em toda a América Latina. Ela dá risada da situação. Mas, diz, os tempos são outros. “Hoje, amor pra mim não significa só o que eu sinto pelo Tiago, mas pela nossa vida, nossa família, nossa relação, que eu acho do caralho. Nesse sentido, a distância traz outro ingrediente: não é só o amor e o sexo, é a saudade. Eu estou num momento mais madura, fiquei dez anos casada com o Tiago dormindo e acordando junto todo dia. Minha família faz um pouco essa piada agora, mas ainda é só piada.”
A suposta disposição para o dia não se reflete em exercícios físicos, tampouco sexuais. Em matéria de prazeres carnais, a noite é, para ela, muito mais convidativa. “Acho a noite mais sexy que o dia e mais propícia. As crianças já estão dormindo, não há nenhuma expectativa de interromper nada. Não quero trepar com ninguém antes de escovar os dentes e lavar o rosto”, explica. Luxúria nunca foi a praia da atriz. Sexo para Carolina é com amor. “Eu não sou uma pessoa sensual, sexual, do sexo pelo sexo. Acho o amor a melhor parada. Sexo com amor é imbatível. Não acho a menor graça em sexo casual. Amar alguém, chegar ao clímax juntos, isso é a melhor coisa da vida. Deve até ter uma graça no sexo casual, mas quando você ama... E eu amo desde que sou muito jovem”, diz.
A atriz se casou pela primeira vez aos 18 anos com o ator e circense Marcos Frota, 23 anos mais velho. Separou-se sete anos depois, aos 25, por não aguentar mais “não ter um marido em casa”. De repente, ela se viu jovem, com uma criança pequena e o marido em trupe com o circo país afora. “Ele tem uma bandeira com o circo que é única. Mas eu, que casei com ele aos 18, com 25 anos não topei mais. Chegou uma hora em que eu queria ter um marido, que ficasse comigo todo dia”, conta. Apesar da decisão, Carolina levou um tempo para tomar coragem. Foi preciso uma terapeuta bioenergética para entender o trauma que a barrava. “Quando meus pais estavam para se separar, minha casa pegou fogo. Eu tinha 11 anos e perdemos tudo da noite para o dia. Naquele momento a decisão deles foi toda voltada para a família. Eles continuaram morando juntos durante muito tempo porque não tinham condições de se separar naquele momento. Quando eu estava nesse processo, a terapeuta identificou isso em mim.” Foi também com análise que aprendeu a lidar com a ira. Se você vir Carolina Dieckmann cuspindo, saiba: é esse o jeito dela de lidar com a raiva. “A bioenergética faz você se entender através dos sinais do corpo e expelir também. Toda vez que ficar com raiva, cuspa, não importa onde estiver. Não se deve engolir: eu não engulo.”
Um ano depois da separação Carolina conheceu o diretor Tiago Worcman, com quem está até hoje. A distância voltou a rondar o relacionamento dela desde que o marido se mudou para São Paulo para assumir a MTV Brasil, e depois foi promovido a vice-presidente da Viacom, responsável pelo conteúdo da emissora em toda a América Latina. Ela dá risada da situação. Mas, diz, os tempos são outros. “Hoje, amor pra mim não significa só o que eu sinto pelo Tiago, mas pela nossa vida, nossa família, nossa relação, que eu acho do caralho. Nesse sentido, a distância traz outro ingrediente: não é só o amor e o sexo, é a saudade. Eu estou num momento mais madura, fiquei dez anos casada com o Tiago dormindo e acordando junto todo dia. Minha família faz um pouco essa piada agora, mas ainda é só piada.”
Carolina Dieckmann é capa da revista 'Nova' de março
Em julho de 2013, Tiago Worcman, marido de Carolina Dieckmann, foi contratado como vice-presidente da MTV Brasil, e desde então, a atriz vive um casamento a distância. O diretor passa em média três dias da semana trabalhando em São Paulo e sua mulher se desdobra para matar a saudade.
"Isso foi super legal no começo. Dei a maior força para ele, inclusive para me convencer de que seria bom mesmo. Mas agora estou de saco cheio pra caramba", admitiu Carolina, em entrevista à edição de março da revista "NOVA", que chega às bancas nesta sexta-feira (6)
Atriz garante que não consegue guardar ressentimento
No bate-papo, a atriz contou que nem mesmo essa rotina conturbada abala seu casamento com Tiago. "Nossa relação é um investimento diário, não tem essa de mundo cor-de-rosa. Tem que ter disposição e sinceridade, sempre", avaliou Carolina, completando que é do tipo de pessoa que não consegue ficar ressentida por muito tempo e prefere resolver os desentendimentos no momento em que eles acontecem.
"Se eu não falar em cima do lance, já era. Geralmente nem me lembro depois, não sou dessas que deixam ficar fermentando o sentimento ruim", disse a artista, que, esta semana, chamou a atenção ao aparecer sem maquiagem na festa de aniversário do filho mais velho de Angélica e Luciano Huck.
Carolina Dieckmann revela: ''A idade mais bonita da mulher é depois dos 30''
Aos 36 anos, a atriz Carolina Dieckmann diz que atingiu o auge da beleza. “A idade mais bonita da mulher é depois dos 30. E, sinceramente, não acho que seja só comigo. Não sei se o que enxergo é puramente estético ou se tem uma maturidade que me agrada, um comportamento mais harmônico, o conhecimento dos próprios defeitos e qualidades. Tudo isso faz com que a gente tenha sabedoria sobre o próprio corpo”, explica Carol, na Ilha de CARAS. A chegada da maturidade também permeia sua vida profissional e pessoal. Mãe de Davi (15), com Marcos Frota (58), e José (7), da atual união, com o diretor Tiago Worcman (39), ela cuida pessoalmente da educação deles. “Sou bem durona. Mas meus filhos são educados. Hoje, isso é difícil. Precisamos ficar em cima para ensinar valores, mas vale a pena”, assegura. De férias da TV, Carolina acabou de rodar um filme no Uruguai, cujo título não pode ainda ser divulgado e só chega aos cinemas no fim do ano, falado em espanhol. Apesar de ter adorado a experiência, não planeja carreira internacional. “Tenho muitos sonhos no Brasil. Me sentir representante do meu País é mais forte que ser mundialmente conhecida. Gosto de ser uma atriz brasileira, embora possa fazer trabalhos fora”, justifica.
– Quais são os sonhos no País?
– Queria fazer mais cinema. Por questão não só de escolhas, mas de acontecimentos, e vontade também, fiz uma carreira muito dentro da TV. Também fiquei muito dedicada à vida pessoal. Sempre tive família e casa para cuidar, desde bem jovem. Mas hoje estou conseguindo me dividir mais e meu filho José já entende meu trabalho. Não deixarei de investir na família, mas tenho hoje situação um pouco mais tranquila para o trabalho.
– E quais serão os próximos?
– Já tenho um filme quase fechado, devo rodar em junho. E na TV ainda não sei o que vou fazer.
– Foi difícil conciliar carreira e vida em família?
– Sim, lutei muito para isso. Abri mão de trabalhos por causa dos filhos. Mas sou prática e fico feliz hoje ao vê-los educados, olhar a casa e a família que construí.
– Cuida de todos os detalhes?
– Tudo passa por mim em casa, a organização, os deveres dos meninos, o dia a dia.
– Davi e José tiveram educações diferentes? Algo mudou?
– O segundo filho já é um aperfeiçoamento em si. O primeiro é enlouquecedor, não sabia como lidar. Foi muito intenso. Quando tive o José, dimensionei e tudo ganhou ar de normalidade. José fez bem para mim e para Davi porque trouxe uma maneira mais madura e equilibrada de ver a maternidade. Mas também só tive consciência disso após José nascer.
– Mas chegou a mimar o Davi?
– Tenho estilo durona, fui criada assim. E creio que a gente seja reflexo do que teve em casa. Por isso, não pequei em mimar. E não acho que Davi tenha sofrido com minha inexperiência ou com a loucura que a maternidade foi na minha vida. Fiquei preocupada com o planeta, questões muito internas. Comecei a ver o mundo de forma diferente. Foi mais no sentido teórico, do entendimento da vida, do que ter surtado na prática.
– Pensa em mais um filho?
– Não. Não mesmo.
– Nem se viesse uma menina?
– Quem garante? Se houvesse essa certeza, poderia até querer. Mas sem isso, não.
– Como cuida do corpo?
– De férias, fico totalmente relaxada. Não penso no que como e não controlo o peso. Mas minha forma física está muito ligada ao trabalho, ao tipo do personagem que vou viver.
– E quando precisa malhar?
– Faço algo que dê prazer. Não me verão em academia puxando ferro. Tento adequar minha necessidade, o que pretendo mostrar com meu corpo no momento, com uma atividade física prazerosa, como luta ou balé, por exemplo.
– E faz algum tratamento?
– Tomo banho com Francis. E tenho dermatologista conservadora. Nunca mandou fazer peeling, tratamento a laser, essas coisas. É um pouco do que acredito. Não tenho paciência e não acho gostoso massagem, hidratação, limpeza de pele. Então, Deus tem de me ajudar. (risos) E tem me ajudado
– Tiago é um amor de infância. Como vê hoje essa história?
– Estamos juntos há 12 anos. Nossa história é meio torta, cheia de idas e vindas, mas virou um aditivo, dá um sabor a mais à relação. Então, além de gostar muito de ser casada, de amá-lo de verdade, de ter construído uma família linda, ainda temos uma história maravilhosa que enfeita tudo isso. É o cara de quem gosto desde os 13 anos. E hoje estou com ele. Não vivemos o passado, mas o presente.
– E existe algum segredo?
– Amar não está só em nossas mãos. Cuido e respeito. Tiago faz o mesmo. A gente procura lidar com as diferenças, ter sempre mais tolerância com o outro, com as mudanças e manias. Mas isso só não basta. Para um amor divino, algo acontece e não tem explicação.
– Quais são os sonhos no País?
– Queria fazer mais cinema. Por questão não só de escolhas, mas de acontecimentos, e vontade também, fiz uma carreira muito dentro da TV. Também fiquei muito dedicada à vida pessoal. Sempre tive família e casa para cuidar, desde bem jovem. Mas hoje estou conseguindo me dividir mais e meu filho José já entende meu trabalho. Não deixarei de investir na família, mas tenho hoje situação um pouco mais tranquila para o trabalho.
– E quais serão os próximos?
– Já tenho um filme quase fechado, devo rodar em junho. E na TV ainda não sei o que vou fazer.
– Foi difícil conciliar carreira e vida em família?
– Sim, lutei muito para isso. Abri mão de trabalhos por causa dos filhos. Mas sou prática e fico feliz hoje ao vê-los educados, olhar a casa e a família que construí.
– Cuida de todos os detalhes?
– Tudo passa por mim em casa, a organização, os deveres dos meninos, o dia a dia.
– Davi e José tiveram educações diferentes? Algo mudou?
– O segundo filho já é um aperfeiçoamento em si. O primeiro é enlouquecedor, não sabia como lidar. Foi muito intenso. Quando tive o José, dimensionei e tudo ganhou ar de normalidade. José fez bem para mim e para Davi porque trouxe uma maneira mais madura e equilibrada de ver a maternidade. Mas também só tive consciência disso após José nascer.
– Mas chegou a mimar o Davi?
– Tenho estilo durona, fui criada assim. E creio que a gente seja reflexo do que teve em casa. Por isso, não pequei em mimar. E não acho que Davi tenha sofrido com minha inexperiência ou com a loucura que a maternidade foi na minha vida. Fiquei preocupada com o planeta, questões muito internas. Comecei a ver o mundo de forma diferente. Foi mais no sentido teórico, do entendimento da vida, do que ter surtado na prática.
– Pensa em mais um filho?
– Não. Não mesmo.
– Nem se viesse uma menina?
– Quem garante? Se houvesse essa certeza, poderia até querer. Mas sem isso, não.
– Como cuida do corpo?
– De férias, fico totalmente relaxada. Não penso no que como e não controlo o peso. Mas minha forma física está muito ligada ao trabalho, ao tipo do personagem que vou viver.
– E quando precisa malhar?
– Faço algo que dê prazer. Não me verão em academia puxando ferro. Tento adequar minha necessidade, o que pretendo mostrar com meu corpo no momento, com uma atividade física prazerosa, como luta ou balé, por exemplo.
– E faz algum tratamento?
– Tomo banho com Francis. E tenho dermatologista conservadora. Nunca mandou fazer peeling, tratamento a laser, essas coisas. É um pouco do que acredito. Não tenho paciência e não acho gostoso massagem, hidratação, limpeza de pele. Então, Deus tem de me ajudar. (risos) E tem me ajudado
– Tiago é um amor de infância. Como vê hoje essa história?
– Estamos juntos há 12 anos. Nossa história é meio torta, cheia de idas e vindas, mas virou um aditivo, dá um sabor a mais à relação. Então, além de gostar muito de ser casada, de amá-lo de verdade, de ter construído uma família linda, ainda temos uma história maravilhosa que enfeita tudo isso. É o cara de quem gosto desde os 13 anos. E hoje estou com ele. Não vivemos o passado, mas o presente.
– E existe algum segredo?
– Amar não está só em nossas mãos. Cuido e respeito. Tiago faz o mesmo. A gente procura lidar com as diferenças, ter sempre mais tolerância com o outro, com as mudanças e manias. Mas isso só não basta. Para um amor divino, algo acontece e não tem explicação.
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